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Mulheres que fazem do Brasil um lugar melhor para crianças

Mulheres que fazem do Brasil um lugar melhor para crianças
Em parceria com Catraquinhaicone-link-externo

O Catraquinha é fruto de uma parceria entre o Instituto Alana e o Catraca Livre. O site reúne informações interessantes para pais, educadores e familiares – de agenda cultural a projetos transformadores para a infância – com o intuito de empoderá-los para que interfiram positivamente no desenvolvimento das crianças, deixando-as exercer em sua plena potência a criatividade e a autonomia.

19 de Abril de 2018..

No último dia 8 de março, conhecido por ser o Dia Internacional da Mulher, nosso parceiro Catraquinha nos apresentou a 8 mulheres que, em distintas instâncias, atuam para melhorar nosso país para os pequenos. Confira aqui!

No dia Dia Internacional da Mulher, o Catraquinha nos instigou a relembrar as conquistas históricas femininas e ao mesmo tempo lamentar pela permanência de uma sociedade tão desigual em termos de gênero. É hora de celebrar os feitos diários de mulheres mulheres notáveis, porém, anônimas, cujas vidas são testemunho vivo de que cuidar da infância é construir uma possibilidade de futuro menos injusto e desigual.
Por isso, o Catraquinha selecionou oito mulheres contemporâneas que tornam o mundo melhor para as crianças. Mulheres que fazem, hoje, a diferença que será sentida amanhã! As apresentaremos aqui:

1 – Bel Santos Mayer

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a Ygor Henrique Santos Silva)

Em 2009, Bel fundou a biblioteca comunitária “Caminhos da Leitura“, dentro de um cemitério em Parelheiros, uma das regiões mais vulneráveis da capital paulista. Hoje, a educadora e arte-ativista é uma das coordenadoras do Polo de Leitura “LiteraSampa” e de seu braço infantil, o “LiteraSampinha“, projeto socioeducativo de incentivo à leitura que forma mediadores e atua em toda a cadeia de produção do livro.

2 – Nayana Bretas

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a arquivo do Criacidade)

Diretora da organização sem fins lucrativos Criacidade, um dos projetos de replanejamento urbano e ressignificação social mais bem-sucedidos da capital paulista. Criou também o “Criança Fala“, projeto que tem como objetivo incluir a participação ativa da criança na elaboração de políticas públicas, projetos arquitetônicos, gestão de espaços e currículos escolares.

3 – Margarete Santos de Brito

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a arquivo de Margarete)

À frente da APEPI (Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis medicinal), hoje ela é uma das embaixadoras do movimento pelo uso medicinal da maconha. Margarete relembra com orgulho do primeiro passo de uma luta na qual ela se empenha até hoje. Luta essa que começou para apoiar o tratamento de sua filha, Sofia, hoje com 8 anos, que sofria de epilepsia.

4 – Caroline Hessel

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a Youtube “Mãos aventureiras”)

Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das responsáveis pela disciplina de Libras na Faculdade de Educação, criou o projeto “Mãos Aventureiras”, um canal no YouTube onda ela conta histórias da literatura infantil em Libras.

5 – Yvonne Bezerra de Mello

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a arquivo pessoal)

Criou o projeto Uerê, que oferece aulas de português, matemática, história, geografia, ciências e idiomas, além de oficinas de música, capoeira, canto, violino e informática, atendendo a crianças e jovens moradores da Maré e de comunidades vizinhas, com idades entre seis e 18 anos. A história desta educadora vem de longa data, na década de 80, quando literalmente nas ruas de bairros cariocas, dava aulas para crianças e jovens.

6 – Cecília Cury

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a arquivo pessoal/ iStock)

Advogada, doutora em Direito Constitucional e especialista em rotulagem de alergênicos em alimentos. Em 2014, junto com um grupo de mulheres, ela lançou a campanha Põe no Rótulo, que, como o próprio nome indica, surgiu para cobrar informações mais claras nos rótulos dos alimentos. Em 2015, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou uma resolução que torna obrigatória uma rotulagem clara em alimentos alergênicos.

7 e 8 – Carolina Salviano e Bruna Manta

Imagem extraída de Catraquinha (creditada a arquivo pessoal)

As psicólogas, da clínica CapaciTEAutismo, criaram o projeto Sessão Azul, que também contou com a contribuição do gerente de projetos em Tecnologia da Informação Leonardo Cardoso. Trata-se de uma sessão de cinema inclusivo, planejado para acolher crianças com limitações sensoriais. Por isso, o som é mais baixo, as luzes mais suaves e o espaço permite o livre movimento dos pequenos, mesmo durante o filme.

Para conhecer melhor essas 8 mulheres e seus projetos leia o texto publicado no Catraquinha, na íntegra. Acesse-o aqui.

Texto adaptado de: Catraquinha

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