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Dicas Práticas e indicações

Sobre os benefícios da massagem para os bebês

Sobre os benefícios da massagem para os bebês
Imagem retirada de Pixabay
21 de Fevereiro de 2018..

Confira!

Que a massagem é uma atividade prazerosa e facilitadora de momentos relaxantes em qualquer idade não parece ser novidade para ninguém, certo? Aqui, no entanto, traremos algumas informações importantes a respeito do toque, do contato pele com pele entre o adulto e a criança por ele cuidada, especialmente nos primeiros anos de vida.

Existem muitos jeitos de acalentar um bebê, dando-lhe carinho e aconchego por meio da conexão corporal. A “Shantala”, por exemplo, é uma técnica indiana  já bastante difundida no universo da maternidade e é aconselhada logo a partir do primeiro mês de vida do recém-nascido. Nela, o cuidador percorre toda a superfície corpórea com a ajuda de óleos apropriados, que facilitam o deslizamento dos dedos pela pele do pequeno, estimulando-o em seus sentidos.

Esses movimentos promovem, além da expansão da caixa torácica, o bom funcionamento do intestino e do estômago, que são ativados conforme despertados pela fricção. A posição em que o bebê fica ativa sua coluna vertebral, bem como o fluxo sanguíneo que passa pelos seus braços, mãos, pernas e pés. O posterior relaxamento irá contribuir no alívio de cólicas abdominais, garantindo além de tudo um sono tranquilo e gostoso! Confira no vídeo a seguir:

Quando a “Shantala” começa a fazer parte da rotina familiar, fica mais fácil compreender em que período do dia o bebê está mais apto para recebê-la: antes, depois ou durante o banho (imerso numa bacia de água morna, por exemplo), estando de barriga vazia ou após a mamada… Enfim, é importante estar sempre atento aos sinais manifestados pela criança para melhor satisfazê-la nesse sentido, inclusive para identificar caso ela não queira receber a massagem.

A técnica pode ser aperfeiçoada aos poucos com o uso de ervas e essências que soltem algum aroma agradável pelo ambiente, com o acompanhamento de músicas que embalem o bebê, sob a luz indireta de um abajur, entre outras coisas mais, ficando a critério do adulto a preparação dessa atividade. O importante é que o adulto se sinta confortável para praticá-la, assim como a criança para recebê-la.

Aspectos mais subjetivos, mas tão valiosos quanto os já apresentados até aqui, fazem parte do processo, estreitando o vínculo afetivo estabelecido entre a dupla no momento da massagem. O olhar, os gestos, as trocas… muitos sentimentos e energias são compartilhados ali, fortalecendo a relação entre adulto e criança, ampliando, acima de tudo, as suas possibilidades de comunicação. Isso os fará conhecer melhor um ao outro de muitos jeitos, atribuindo maior qualidade ao laço.

E você, já tem o hábito de oferecer algum tipo de massagem ao seu bebê? Conte-nos abaixo sobre a sua experiência e deixe suas dúvidas para podermos trocar novas figurinhas acerca do tema em questão!

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