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Casos e Referências

Pai só tem um!

8 de agosto de 2014

Em Dias das Mães é bem comum ouvirmos, assistirmos e vivermos uma exaltação a essas mulheres e o papel que cumprem na vida de seus filhos. Mas, e os Pais? Atualmente presenciamos uma onda crescente no reconhecimento de seus papeis, por isso também afirmamos “Pai só tem um!”.

Em vésperas do Dias dos Pais parece ser lugar comum falar sobre o papel dessa figura, que por vezes ocupou o papel “coadjuvante” na relação afetiva da família. Mas, queremos aproveitar esse momento para destacar as transformações e alguns aspectos relacionados à figura paterna* na formação das crianças.

Se olharmos na linha do tempo verificamos que há bem pouco tempo atrás os pais ocupavam um lugar distinto do que vivemos atualmente. Eles assumiam um papel de provedor e de autoridade máxima no lar. Contando, em algumas situações, com deformações como o autoritarismo, a violência doméstica e a distância que muitas vezes representava essa condição.

Claro, que poderia haver exceções, mas a regra era essa. Pai que colocava os filhos nos colo depois de grandes, dava beijo e manifestava emoções – chorar, por exemplo – era raro e muitas vezes considerado fraqueza e mal exemplo aos filhos.

As mudanças ocorridas em contextos sociais, políticos e econômicos transformaram – e muito – essa situação. E podemos dizer que isso foi fundamental para o desenvolvimento das crianças. Terem os pais mais próximos, convivendo plenamente com seus filhos, participando ativamente de suas conquistas, aprendizagens, dificuldades e emoções, faz muita diferença para o crescimento das crianças.

Para ilustrar um pouco, basta navegar na internet e constatamos uma quantidade enorme de blogs de “pais de primeira viagem” compartilhando as emoções e os anseios de assumir esse papel.

Destacamos aqui alguns desses movimentos que chamam a atenção pela forma como ajudam a (re)construir essa figura na representação social.

O escritor Antonio Prata, por exemplo, compartilhou em sua coluna no jornal Folha de São Paulo e também em seu blog as experiências e emoções desde a concepção, o nascimento e os períodos intensos ao tornar-se pai.

Uma empresa de produtos de higiene e beleza para homens fez um vídeo que viralizou na internet e que nos remete aos vídeos tão comuns e que emocionam quando se trata de mães, mostrando que também podem ser representativo do que cumprem os pais na vida de seus filhos:

 

E por último, gostaríamos de chamar a atenção para um vídeo produzido pelo canal de TV do Youtube, Põe na roda, que apresentou um vídeo chamado: “Não basta ser pai” que – independente do tema abordado, neste caso a homossexualidade dos filhos – mostra exemplos de pais que acima de tudo apoiam seus filhos, são companheiros e querem o melhor para aqueles a quem geraram e com quem se comprometem para toda a vida com muito amor.

 

*Uma ressalva: sabemos que muitas vezes a figura masculina não existe na constituição familiar e que, podemos afirmar que a figura paterna pode ser assumida por outras pessoas… mas isso é outra conversa. Deixaremos para outro post.

 

 

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