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Humilhar e envergonhar a criança: atitudes que educam?

Em parceria com Catraquinhaicone-link-externo

O Catraquinha é fruto de uma parceria entre o Instituto Alana e o Catraca Livre. O site reúne informações interessantes para pais, educadores e familiares – de agenda cultural a projetos transformadores para a infância – com o intuito de empoderá-los para que interfiram positivamente no desenvolvimento das crianças, deixando-as exercer em sua plena potência a criatividade e a autonomia.

10 de novembro de 2016

O site Catraquinha trouxe o depoimento de um pai, blogueiro e defensor da disciplina positiva, sobre situações cada vez mais usuais na internet, nas quais a criança é exposta vivenciando um castigo por meio da humilhação. Vamos conferir o que ele diz sobre isso?

Tem quem pense que humilhar os filhos é uma ótima maneira de discipliná-los. Mas será mesmo? E será que humilhá-los na internet, ou em qualquer ambiente, faz realmente com que eles aprendam uma “lição”? Ou que se comportem da maneira que desejamos?

Confira o vídeo de Thiago Queiroz, pai e idealizador do site Paizinho, Vírgula. Thiago é certificado como educador parental para a disciplina positiva, pela Positive Discipline Association.

O Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança incluiu no rol de recomendações a abolição dos castigos corporais e outras formas de humilhação e violência psicológica, como agressões verbais.

No Brasil, em 26 de junho de 2014, após uma longa tramitação e discussão nacional sobre o tema, foi sancionada a Lei número 13.010/2014 – “Lei Menino Bernardo”, que atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para estabelecer o direito de meninos e meninas serem educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante.

Aqui, no Toda Criança Pode Aprender, já comentamos o quanto é desfavorável a superexposição de crianças na Internet e, quando se encontram em situações de humilhação, quando passam vergonha publicamente, o problema se torna ainda mais grave. Ninguém, tampouco as crianças, aprende por essa via. Além disso, que tal refletirmos sobre a construção de sua autoestima, sobre a importância de crescerem confiando e acreditando em si mesmas?

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