12 avanços contra a mortalidade infantil #2 | Labedu
Casos e Referências

12 avanços contra a mortalidade infantil #2

Um menino recebe vacina contra sarampo na Costa de Marfim. / OLIVIER ASSELIN (UNICEF).
28 de outubro de 2015

Ideias simples e com materiais de fácil aquisição. Parece pouco, mas fazem grande diferença no combate à mortalidade infantil.

Publicamos aqui seis de doze invenções que muito vem contribuindo para a crescente redução da mortalidade infantil pelo mundo, segundo o site do jornal El Pais. Conheça agora as outras seis ideias:

7 – As vacinas chegam mais perto

A necessidade de percorrerem longas distâncias tornava difícil a circulação das vacinas, que, muitas vezes, sem a adequada refrigeração acabam se estragando. Novos métodos vêm sendo desenvolvidos para que as vacinas tenham duração prolongada: a do tétano e da meningite já podem suportar até 4 dias sem refrigeração e aguentar temperaturas de até 40° C. Também são enviadas num aplicador de fácil utilização permitindo até que sejam ministradas por quem não tem qualquer treinamento.

8 – Telas-mosqueteiro e testes de malária 

Algo tão simples – as telas de proteção – têm sido distribuídas, reduzindo em até 25%, nos últimos 14 anos, as mortes por paludismo ou malária. Alguns testes simples e com rápido resultado também vêm favorecendo a identificação destas doenças e, consequentemente, um atendimento mais eficiente. Porém, ainda hoje, a cada 30 segundos, morre uma criança, no mundo, por conta da malária.

9 – Soro caseiro

Água, açúcar e sal. Três ingredientes aparentemente simples de se encontrar, mas não é tão fácil assim em determinadas regiões. Água potável, especialmente. A ampliação do acesso a essa receita e sua distribuição pode reduzir, segundo dados da Universidade de Oxford, em 99% o número de mortes associadas à desidratação.

10 – A contratação e formação de parteiras

Em muitas regiões do mundo, as parteiras podem ser as melhores aliadas das gestantes. Segundo estudos da ONU, 92% das mortes de mulheres no parto e de recém-nascidos ocorrem em 73 dos 75 países considerados mais pobres. A contratação e a formação de parteiras vêm reduzindo estas taxas.

11 – Cilíndros de oxigênio

A falta de oxigênio é uma causa importante de falha respiratória e morte nos primeiros dias de vida do bebê.  Para solucionar este problema, ainda se vive um impasse: os galões de oxigênio são grandes, caros e difíceis de manusear. Por outro lado, são abastecidos de ar, fonte  teoricamente inesgotável. Ou seja, são caros, mas saem em conta quando usados regularmente. Outro problema é a necessidade de uma rede elétrica boa, o que nem sempre existe em países em desenvolvimento. 

12 – A advertência do bracelete

11 centímetros é o que mede a fronteira entre a vida e a morte. O bracelete MUAC (assim chamado por sua sigla em inglês) é um dos sistemas usados para medir o antebraço de bebês e crianças com menos de 5 anos para determinar de imediato o grau de desnutrição. Quando inferior a 11 cm, o bracelete indica marca a cor vermelha, de alerta, mostrando riscos mais severos para a saúde da criança.

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