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Curtas que arrebatam #35 – Para falar sobre deficiência com as crianças

Curtas que arrebatam #35 – Para falar sobre deficiência com as crianças
Imagem retirada de Autismo na Escola.
17 de fevereiro de 2017
Este artigo faz parte da série:

Curtas que arrebatam

Confira mais uma seleção de curtas-metragens que propõe um olhar cuidadoso sobre as diferentes formas de ser no mundo.

 

Falar sobre deficiências com as crianças nem sempre nos soa uma tarefa das mais simples. Parece haver ainda uma espécie de “tabu” relacionado a esse tema, que esbarra numa dificuldade para lidar com o diferente, fazendo com que, muitas vezes, ele passa a ser evitado, o que está longe de ser ideal. Que tal, então, conversar sobre o assunto por meio de pequenos filmes, que mostram a realidade de pessoas portadoras de alguma deficiência, seus desejos, sonhos e vontades de interagir com o mundo, como qualquer um? Entrar em contato com o desconhecido dá uma chance aos pequenos para que aprendam sobre as pluralidades, entendendo que as diferenças existem e estão aí para que sejam vistas e tratadas com respeito e naturalidade em quaisquer espaços.

Tamara
Tamara é uma menina surda, que tem um interesse todo especial pela dança. Mesmo não podendo ouvir, sonha com as histórias que lê, dá rodopios pelo quarto com seu bichinho de pelúcia e se põe a admirar a bailarina que mora em sua caixinha de música, sentindo cada passo e movimento com a emoção daquilo que a toca.

O presente

Um garoto ganha de presente de sua mãe um filhote de cachorro. Mas, ao perceber a ausência de uma de suas patas, logo o rejeita e não se interessa por brincar com ele, continuando a jogar videogame. Aos poucos vai notando que mesmo sem uma das partes de seu corpo, o cão consegue correr a seu modo e o convida a fazer o mesmo.

Este é o ponto
Produzido por duas adolescentes de 16 anos, “Este é o ponto” retrata as dificuldades encontradas por pessoas portadoras de necessidades especiais durante sua espera num ponto de ônibus. Stefanie e Rafaela (criadoras do curta-metragem) nos convidam a olhar com cuidado para as adversidades que fazem parte do cotidiano daqueles que não têm os mesmos privilégios para se locomover pela cidade.

 

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