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Eleições e infância

Eleições e infância
Em parceria com Lunetasicone-link-externo

O Lunetas é um portal de conteúdo sobre as muitas infâncias do Brasil. Pensado para famílias e interessados no tema, o site oferece informações em diversos formatos, conta histórias, provoca reflexões, inspira atitudes e também explora os múltiplos olhares sobre as múltiplas infâncias.

27 de setembro de 2018..

Como as crianças participam do contexto das eleições? E quais os cenários das políticas públicas que envolvem a infância e adolescência? Saiba mais nesta série de textos do nosso parceiro Portal Lunetas.

Sempre atentas e observadoras em relação a tudo o que acontece no mundo ao seu redor, as conversas dos adultos sobre política ou mesmo as campanhas nas distintas redes e mídias sociais não passam despercebidas às crianças.

Desde 1889, 37 presidentes já tomaram conta do país. Ou seja, é muita História para conhecer, questionar e querer saber mais ainda. Curiosas que são, as crianças não ficam de fora disso tudo. Quando veem um líder político na capa do jornal ou discursando na televisão, o interesse delas não é só saber de que partido são ou porque falam daquele jeito complicado, mas também entender por que o mundo é do jeito que é. Então, muito mais do que nomear um ou outro candidato e apontar quem fez isso ou aquilo, conversar sobre política com as crianças é assinalar onde ela está no dia a dia. E, procurando bem, vemos que ela habita muitos lugares além do Congresso Nacional.

Conversar com as crianças e ajudá-las a compreender e participar deste momento vivido no país é fundamental, afinal, política não é apenas o que acontece no mundo dos órgãos governamentais, mas também no nosso dia a dia. Na escola, em casa, na hora de passear: em tudo isso tem política. Se a merenda da escola pública ficou ruim, se a conta de luz ficou mais cara ou se a rua ficou perigosa: tudo isso é fruto de um pensamento e de tomadas de decisões políticas.

Além de permitir e favorecer a aproximação das crianças com as questões políticas, ajudando-as a exercer sua cidadania, também é preciso estarmos atentos às propostas dos candidatos considerando o que pensam e planejam para a infância e a adolescência em seus programas.

Para Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq, a infância e a adolescência devem ser prioridade em qualquer contexto político. “Considerando as especificidades de um ano eleitoral, e principalmente de um ano eleitoral que se inicia marcado por instabilidades em diversos setores da sociedade, é preciso avaliar as ameaças em relação às conquistas que estão embasadas no reconhecimento das crianças e dos adolescentes como sujeitos de direitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento”, pondera Heloisa.

A partir desse cenário e dessas demandas, como os adultos podem conversar com as crianças sobre política? Que direitos já foram assegurados à infância e à adolescência e precisam ser mantidos? O que mais é urgente ser feito para favorecer o desenvolvimento de nossas crianças e adolescentes e que cabe às políticas públicas? Pensando nessas e ainda em outras questões relevantes, nosso parceiro, Portal Lunetas, publicou uma série, com quatro capítulos, trazendo opiniões de especialistas e dados sócio-históricos. Em “Vamos conversar?”, “Como falar sobre política”, “Candidatos, como entender, escolher e acompanhar” e “Opiniões sobre eleições e infância” é possível termos acesso a informações, ideias, pontos de vista e inúmeras reflexões sobre o tema.

Para conhecer a série, clique aqui.

Texto adaptado de: Portal Lunetas

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