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Pena que o Desafio do Lixo não durou para sempre

Pena que o Desafio do Lixo não durou para sempre
13 de maio de 2019

A febre das redes sociais provou o impacto de pequenas mudanças de hábitos – quando a vontade existe.

385 toneladas. Essa foi a quantidade de lixo recolhida pela Comlurb, empresa de limpeza urbana do Rio de Janeiro, na praia de Copacabana após a noite de réveillon de 2018 para 2019. Somado ao estrago nas demais praias da cidade, foram, no total, mais de 750 toneladas após uma noite de festa.

Por dia, cada brasileiro produz pouco mais de 1kg de resíduos. Por ano, uma pessoa de 90kg produz, em média, uma quantidade de lixo equivalente a quatro vezes seu próprio peso.

É uma proporção insustentável. E para provar que um grande obstáculo entre os seres humanos e a ordem sanitária é a falta disposição para cada pessoa fazer a sua parte na limpeza e destinação de resíduos, surgiu recentemente o Desafio do Lixo.

Proposto por um usuário do reddit ao publicar o “antes” e o “depois” de locais completamente tomados pelo lixo, a ideia era instigar outras pessoas, especialmente jovens, a fazerem o mesmo em seu tempo livre, limpando áreas afetadas pela sujeira e mostrando que cada um pode contribuir.

A mensagem que acompanhava a postagem dizia mais ou menos:

“Aqui vai um novo desafio para vocês, adolescentes entediados. Tire uma foto de uma área que precisa de um pouco de limpeza ou manutenção, então tire uma foto depois que você tiver feito algo sobre isso e poste aqui”.

Em pouco tempo #trashtag foi utilizada por 24 mil pessoas em postagens no Instagram, mostrando o impacto que suas ações tiveram nos lugares pelos quais passaram. No Brasil, também foi adotada a tag #DesafiodoLixo. Vejam algumas das muitas fotos que foram compartilhadas:

Dessa forma, estamos convocando os jovens a serem parte da mudança e a tomarem pequenas atitudes que podem mobilizar grandes e importantes intervenções no mundo em que vivemos.

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