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Até as meninas quebram… mas podem voltar a ser como antes?

5 de janeiro de 2015

Quem convive com crianças recebe, de vez em quando, verdadeiros convites à reflexão sobre a vida. Sua visão original, que busca construir sentidos para a experiência do viver, muitas vezes no lança questões desconcertantes.  Diante de acontecimentos aparentemente banais e que, portanto, poderiam nos passar despercebidos, elas parecem colocar uma lente de aumento, convocando nossa atenção.

Tendo recebido um desses convites, a escritora Eliane Brum soube aceitá-lo com muita delicadeza e, na crônica A menina quebrada, partilha conosco uma situação vivida com sua afilhada Catarina – ao observar outra menina, um pouco maior do que ela, usando gesso, Catarina tem o susto de uma descoberta: crianças podem quebrar!

Reconhecendo a profundidade da descoberta, Eliane dedica à afilhada uma poética reflexão sobre a existência humana. O refinamento de seu olhar sensível também se transforma em convite, só que, agora, endereçado a nós, adultos, para que possamos interromper nossos cotidianos atarefados e experimentar um momento feito de seriedade e doçura.

Esse post é um convite à uma roda de discussão sobre o texto.

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